Porto de Gênova, século XIX

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Avós paternos - coisas da genética.

Dizem que pareço com minha nona paterna - Amália.


Quanto aos meus avós paternos não tenho documentação, só sei que também eram italianos, alfabetizados e trabalharam em lavouras de café. Meu nono Cinode Facioli trabalhou como fiscal de fazenda, acho que era porque ele sabia falar a língua portuguesa, assim ficava mais fácil a comunicação dos patrões e empregados. Minha nona Amalia era culta, sabia escrever tanto em italiano como em português e falava as duas línguas.

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